Maracanã
BRASIL > RJ > Rio de JaneiroTítulos: Copa Rio (1951), Taça Brasil (1967) e Libertadores da América (2020).
Construído por conta da Copa do Mundo de 1950, o estádio Mário Filho curou-se da grande decepção da perda da final para o Uruguai com a conquista do Palmeiras da Copa Rio, em 1951. Grandioso, talvez o maior templo do futebol mundial, o Maracanã viu dezenas de exibições de gala do Palmeiras, que sempre se sentiu à vontade no Rio de Janeiro.
O estádio passou por uma série de reformas distintas, visando o Pan-Americano de 2007 e a Copa de 2014, descaracterizando-o por completo. Mesmo assim, segue com sua aura mítica, mesmo à mercê da incompetência das administrações públicas do Estado do Rio de Janeiro.
Resumo das partidas
| J | V | E | D | Gols | % |
| 157 | 52 | 38 | 67 | 211 | 41,2% |
| Data | Jogo | Campeonato | |
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05/08/2007
05/08
2007 |
Campeonato Brasileiro 2007 | ||
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13/05/2007
13/05
2007 |
Campeonato Brasileiro 2007 | ||
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03/12/2006
03/12
2006 |
Campeonato Brasileiro 2006 | ||
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13/08/2006
13/08
2006 |
Campeonato Brasileiro 2006 | ||
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31/05/2006
31/05
2006 |
Campeonato Brasileiro 2006 | ||
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19/12/2004
19/12
2004 |
Campeonato Brasileiro 2004 | ||
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06/11/2002
06/11
2002 |
Campeonato Brasileiro 2002 | ||
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27/01/2002
27/01
2002 |
Torneio Rio-São Paulo 2002 | ||
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08/02/2001
08/02
2001 |
Torneio Rio-São Paulo 2001 | ||
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24/09/2000
24/09
2000 |
Campeonato Brasileiro 2000 |

O Campeonato Brasileiro de 2000 foi organizado pelos Clube dos 13, já que a CBF lidava na Justiça com o chamado "caso Sandro Hiroshi". Sem poder usar as competições de 1999 como referência para formar as divisões, a solução foi acomodar 116 clubes em vários módulos.
O Palmeiras ficou no Módulo Azul, junto aos clubes mais tradicionais do país, que dava 12 das 16 vagas para o mata-mata final. Ao longo de 24 rodadas em turno único, os clubes lutaram para seguir na competição.
O time ainda se recuperava da saída de Felipão e de jogadores como Alex, César Sampaio, Euller, Roque Júnior, Rogério e Marcelo Ramos. Sob o comando de Marco Aurélio, o elenco que tinha os reforços de Paulo Turra, Titi, Lopes, Alberto e Adriano Louzada começou mal a disputa, vencendo apenas duas das primeiras 12 partidas.
Mas os atletas conseguiram dar alguma liga com o passar do tempo e nas 12 partidas finais do turno o panorama se inverteu, com apenas duas derrotas. A campanha foi suficiente, no limite, para o Palmeiras terminar dentro da zona de classificação para o mata-mata.

Em meio à disputa da reta final da Copa Mercosul, o Palmeiras pegou o SPFC nas oitavas-de-final, e eliminou o inimigo com uma vitória cheia de raça no Morumbi, após empate no Pacaembu.
Nas quartas-de-final, o adversário foi o São Caetano. Os dois jogos foram no Palestra Italia e a diferença foi feita nos primeiros oito minutos, quando Ademar desequilibrou, servindo Vagner e César para abrirem 2 a 0 no placar. O Palmeiras reagiu e o primeiro tempo terminou 3 a 2 para o time do ABC. Com mais um gol para cada lado, o segundo tempo da primeira partida terminou em 4 a 3, mantendo a disputa aberta.

Na volta, o Palmeiras jogou bem melhor e já tinha aberto 2 a 0 no placar com 27 minutos, gols de Adriano e Magrão. Mas Serginho diminuiu para o São Caetano após escanteio no fim do primeiro tempo.
Nos últimos 45 minutos, o Palmeiras teve que lutar contra a arbitragem de Paulo César de Oliveira, que marcou pênalti de Fernando numa falta feita fora da área. César converteu, O Verdão não conseguiu fazer o terceiro e o São Caetano avançou na competição, para perder nas polêmicas finais em janeiro para o Vasco de Eurico Miranda.





