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BRASIL > SP > São PauloTítulos: Campeonatos Paulistas de 1940, 1942, 1944, 1950, 1959, 1963 e 1972; Torneios Rio-São Paulo de 1951, 1965 e 1993; Taça Brasil de 1960; Torneio Roberto Gomes Pedroza de 1967 e Campeonato Brasileiro de 1994.
O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho foi inaugurado pelo Palestra Italia, com uma goleada de 6 a 2 sobre o Coritiba em 1940. Foi por dez anos o maior e mais importante estádio do país, sede da Copa do Mundo de 1950 e palco de partidas e conquistas históricas do Verdão. É, sem dúvida, nossa segunda casa.
Resumo das partidas
| J | V | E | D | Gols | % |
| 1137 | 582 | 305 | 250 | 2079 | 60,1% |
| Data | Jogo | Campeonato | |
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14/11/1984
14/11
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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06/11/1984
06/11
1984 |
Amistoso | ||
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31/10/1984
31/10
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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28/10/1984
28/10
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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10/10/1984
10/10
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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07/10/1984
07/10
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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03/10/1984
03/10
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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20/09/1984
20/09
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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30/08/1984
30/08
1984 |
Campeonato Paulista 1984 | ||
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26/08/1984
26/08
1984 |
Campeonato Paulista 1984 |

O Campeonato Paulista de 1984 foi disputado entre julho e dezembro por 20 clubes, em pontos corridos, com turno e returno. A vitória ainda valia dois pontos. O Palmeiras começou arrasador, vencendo os oito primeiros jogos e convencendo. Com Mario Sérgio comandando o time, tendo a seu lado Jorginho e Carlos Alberto Borges, o Verdão disparou na ponta.
A primeira oscilação veio e a pressão pela falta de títulos falou alto. Após cinco jogos sem vitórias – incluindo uma derrota num Derby – Mario Travaglini não resistiu e Fedato assumiu o time.
A troca fez bem ao grupo, que enfileirou mais cinco vitórias seguidas – entre elas, uma bela vitória por 2 a 1 sobre o SPFC, em partida que acabou com um grande quebra-pau entre os atletas, muito nervosos diante da fraca arbitragem de Romualdo Arppi Filho. Mas uma grande armação foi feita em torno desta partida.
Mário Sérgio fez o exame antidoping. Antes mesmo do resultado da contraprova, o presidente da FPF e torcedor do SPFC, José Maria Marin, vazou para a imprensa que o resultado teria dado positivo par “anfetaminas”. A mídia passou a demonizar Mário Sérgio, antes mesmo de sair a contraprova. A revista Placar, comandada por Juca Kfouri, publicou uma reportagem dizendo ser impossível a contraprova dar negativo.


O campeonato seguiu e o Palmeiras chegou à rodada 28 com dois pontos de vantagem sobre o Santos e quatro sobre o SPFC. Foi quando o TJD-SP, mesmo depois que a contraprova deu negativo, suspendeu Mário Sérgio por três meses e tirou os pontos do SPFC. Uma guerra de liminares e de efeitos suspensivos teve curso. O futebol ficou em segundo plano.
Mário Sérgio ficou cinco jogos afastado até que nosso jurídico teve uma pequena vitória: o camisa 11 poderia voltar aos campos, mas os pontos ficaram mesmo com o SPFC. E no período sem o craque do time, o time do Palmeiras perdeu o foco: foram apenas quatro pontos em dez disputados. A torcida, passional, dirigiu sua fúria contra nosso próprio time. Leão teve que correr para o vestiário para não apanhar de palmeirenses em Taubaté.
Com Mário Sérgio de volta ao time, o Palmeiras tentou uma reação – afinal, mesmo com os tropeços e os dois pontos roubados pelo tribunal, o Verdão estava a quatro pontos do Santos, com 12 ainda em jogo. Mas os danos foram muito sérios. Com o ambiente deteriorado, nosso time conseguiu vencer apenas uma das últimas seis partidas, terminando o campeonato em quarto lugar.











