Ilton José da Costa
Resumo das partidas
| J | V | E | D | Gols | % | |
| Juiz | 29 | 16 | 10 | 3 | 44 | 66,7 |
| VAR | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 |
| Agregado | 29 | 16 | 10 | 3 | 44 | 66,7 |
| Data | Jogo | Campeonato | ||
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02/08/1992
02/08
1992 |
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Campeonato Paulista 1992 | ||
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21/06/1992
21/06
1992 |
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Amistoso | ||
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31/10/1991
31/10
1991 |
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Campeonato Paulista 1991 | ||
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21/09/1991
21/09
1991 |
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Campeonato Paulista 1991 | ||
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14/08/1991
14/08
1991 |
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Campeonato Paulista 1991 | ||
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20/07/1991
20/07
1991 |
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Torneio Início 1991 | ||
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20/07/1991
20/07
1991 |
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Torneio Início 1991 | ||
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11/06/1991
11/06
1991 |
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Amistoso | ||
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02/05/1991
02/05
1991 |
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Campeonato Brasileiro 1991 | ||
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04/04/1991
04/04
1991 |
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Campeonato Brasileiro 1991 | ||
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17/03/1991
17/03
1991 |
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Campeonato Brasileiro 1991 | ||
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27/01/1991
27/01
1991 |
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Copa Euro-América 1991 | ||
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02/05/1990
02/05
1990 |
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Campeonato Paulista 1990 | ||
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13/02/1989
13/02
1989 |
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Amistoso | ||
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13/11/1988
13/11
1988 |
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Campeonato Brasileiro 1988 | ||
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03/07/1988
03/07
1988 |
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Campeonato Paulista 1988 | ||
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01/05/1988
01/05
1988 |
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Campeonato Paulista 1988 | ||
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24/03/1988
24/03
1988 |
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Campeonato Paulista 1988 | ||
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08/08/1987
08/08
1987 |
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Campeonato Paulista 1987 | ||
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02/08/1987
02/08
1987 |
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Campeonato Paulista 1987 | ||
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08/07/1987
08/07
1987 |
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Campeonato Paulista 1987 | ||
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07/06/1987
07/06
1987 |
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Campeonato Paulista 1987 | ||
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05/03/1986
05/03
1986 |
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Campeonato Paulista 1986 | ||
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02/02/1986
02/02
1986 |
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Amistoso | ||
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22/09/1985
22/09
1985 |
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Campeonato Paulista 1985 | ||
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22/06/1985
22/06
1985 |
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Campeonato Paulista 1985 | ||
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03/10/1984
03/10
1984 |
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Campeonato Paulista 1984 | ||
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30/08/1984
30/08
1984 |
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Campeonato Paulista 1984 | ||
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29/06/1983
29/06
1983 |
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Campeonato Paulista 1983 |

O Campeonato Paulista de 1983 foi disputado entre maio e dezembro por 20 equipes, que foram divididas em quatro grupos de cinco, apenas para efeito de classificação. Todos jogaram contra todos em turno e returno, totalizando 38 rodadas, e os dois melhores de cada grupo avançaram à segunda fase.
Sob o comando de Rubens Minelli, o Verdão perdia Batista, contratado no início do ano apenas como ponte para sua ida à Lazio. A reposição foi bem discreta: Fausto, do Vila Nova.
Mas o problema mesmo estava no setor ofensivo. Jorginho vivia sendo convocado por Carlos Alberto Parreira; Enéas, Carlos Alberto Seixas e Aragonés eram muito irregulares; Cléo queria ser titular no grito. Reservas como Esquerdinha, Zé Carlos Paulista e Barbosa acabavam jogando muito mais do que se esperava.
A defesa ia bem e o Palmeiras dificilmente perdia. Mas tinha problemas para vencer: das 38 partidas da fase de classificação, foram nada menos que 21 empates. Mesmo assim, a campanha foi suficiente para chegar à classificação, em segundo lugar no grupo e em quinto na classificação geral, dois pontos atrás do surpreendente Santo André.

Não houve nenhum jogo memorável pelo futebol apresentado, mas uma partida em especial ficou eternizada: no segundo turno, no dia 9 de outubro, Palmeiras e Santos empataram em 2 a 2. O time santista vencia por 2 a 0 até os 41 o segundo tempo, quando o Palmeiras diminuiu com Lino. E aos 46, num chute da entrada da área de Jorginho após sobra de escanteio, a bola bateu nas pernas do árbitro José de Assis Aragão e entrou no gol de Marolla.
Mal colocado, mesmo tentando sair do lance, o juiz acabou escorando para dentro do gol uma bola que ia para fora e revoltou os jogadores do Santos – mas a regra determinava que o juiz era neutro e que o lance seguiria normalmente se a bola batesse nele. Gol válido e uma história riquíssima para o folclore do futebol paulista.
A diretoria tentou resolver os problemas no ataque trazendo de volta Baltazar, que estava emprestado ao Flamengo, no meio do segundo turno, e contratando o ponta Capitão, que brilhara no Guarani de 1978.
Os oito classificados foram divididos em dois grupos, onde todos jogaram contra todos em ida e volta dentro dos grupos. Nosso grupo tinha São Paulo, Portuguesa e Santo André, e o Verdão largou bem, vencendo a Lusa por 3 a 0 com golaços de Jorginho e Borges, e virando no último minuto contra o Santo André. A ida terminou com um bom empate arrancado no Morumbi contra o SPFC, mais uma vez no último minuto, com gol de Luís Pereira.
Depois de empatar com o Santo André no ABC e de perder para o SPFC nos jogos da volta, o Verdão chegou à última rodada precisando ainda de um empate com a Portuguesa no Palestra, e conseguiu segurar o resultado de 1 a 1, chegando às semifinais.

Os dois jogos contra o SCCP foram disputadíssimos. Na primeira partida, Rubens Minelli mandou Márcio colar em Sócrates em cada espaço do gramado. O Verdão saiu na frente com um golaço de peixinho de Baltazar, mas sofreu o empate de pênalti, numa jogada em que João Marcos socou a bola para o meio da área e acabou sendo muito cobrado pela torcida – com razão.
Na segunda partida, o Verdão jogou muito melhor e massacrou a defesa do adversário. Mas na única jogada em que Sócrates conseguiu se desvencilhar de Márcio, o SCCP fez o gol e a enorme pressão do Verdão não deu resultado. O adversário avançou à final contra o SPFC e levou o campeonato.



















