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Wilson Carlos dos Santos

Resumo das partidas

J V E D Gols %
Juiz 29 14 9 6 38 58,6
VAR 0 0 0 0 0 0,0
Agregado 29 14 9 6 38 58,6
Data Jogo Campeonato
31/05/1992
31/05
1992
0
2
VAR Campeonato Brasileiro 1992
26/04/1992
26/04
1992
1
0
VAR Campeonato Brasileiro 1992
08/02/1992
08/02
1992
3
0
VAR Campeonato Brasileiro 1992
24/11/1991
24/11
1991
1
0
VAR Campeonato Paulista 1991
16/11/1991
16/11
1991
1
4
VAR Campeonato Paulista 1991
01/09/1991
01/09
1991
0
1
VAR Campeonato Paulista 1991
31/07/1991
31/07
1991
1
0
VAR Campeonato Paulista 1991
29/04/1991
29/04
1991
2
2
VAR Campeonato Brasileiro 1991
10/03/1991
10/03
1991
1
1
VAR Campeonato Brasileiro 1991
18/11/1990
18/11
1990
0
0
VAR Campeonato Brasileiro 1990
22/09/1990
22/09
1990
1
3
VAR Campeonato Brasileiro 1990
05/07/1990
05/07
1990
2
1
VAR Campeonato Paulista 1990
19/04/1990
19/04
1990
0
0
VAR Campeonato Paulista 1990
07/04/1990
07/04
1990
1
2
VAR Campeonato Paulista 1990
11/02/1990
11/02
1990
1
0
VAR Campeonato Paulista 1990
10/12/1989
10/12
1989
0
1
VAR Campeonato Brasileiro 1989
29/11/1989
29/11
1989
1
0
VAR Campeonato Brasileiro 1989
07/09/1989
07/09
1989
0
0
VAR Campeonato Brasileiro 1989
08/12/1988
08/12
1988
2
1
VAR Campeonato Brasileiro 1988
28/09/1986
28/09
1986
0
0
VAR Campeonato Brasileiro 1986
10/09/1986
10/09
1986
2
2
VAR Campeonato Brasileiro 1986
27/01/1985
27/01
1985
1
0
VAR Campeonato Brasileiro 1985
25/03/1984
25/03
1984
2
3
VAR Campeonato Brasileiro 1984
24/04/1983
24/04
1983
6
0
VAR Campeonato Brasileiro 1983
26/05/1982
26/05
1982
0
0
VAR Torneio dos Campeões 1982
28/03/1981
28/03
1981
6
0
VAR Campeonato Brasileiro 1981
25/01/1981
25/01
1981
1
0
VAR Campeonato Brasileiro 1981
13/12/1979
13/12
1979
2
3
VAR Campeonato Brasileiro 1979
23/04/1978
23/04
1978
0
0
VAR Campeonato Brasileiro 1978

Campeonato Brasileiro 1978

O inchado Campeonato Brasileiro de 1978 foi disputado por 74 clubes entre março e agosto. Inicialmente, foram divididos em seis grupos (2 de 13 e 4 de 12, com traços de regionalização), dos quais os seis melhores de cada após turno único avançaram para a Segunda Fase.

O Palmeiras passou bem por seu grupo, ficando em primeiro lugar conquistando 16 dos 22 pontos possíveis. Goleadas contra o Flamengo-PI (3 a 0), Ceará (4 a 0) Sampaio Corrêa (6 a 0) embalaram a torcida.

Após uma breve excursão ao Japão em maio, quando conquistou a Copa Kirin enquanto a Seleção Brasileira estava na reta final da preparação para a Copa do Mundo, o Verdão voltou ao país para a disputa da Segunda Fase. Realizada em junho, quase ninguém ninguém viu, já que todas as atenções estavam voltadas para o que acontecia na Argentina.

Os 36 clubes que passaram da Primeira Fase foram divididos em quatro grupos de 9, dos quais seis avançavam após as oito rodadas do turno único. Ainda sem Leão e Jorge Mendonça, o Palmeiras oscilou, mas se classificou em terceiro lugar do grupo.

Em julho, já com seus dois melhores atletas de volta, o Verdão encarou a terceira fase, onde os 32 clubes classificados (24 de forma direta mais os da repescagem) formaram 4 grupos de 8, classificando após sete jogos em turno único os dois melhores para as quartas-de-final.

O Palmeiras fez uma campanha segura, cegando à última rodada contra o Grêmio podendo empatar, desde que o Botafogo não vencesse o SPFC por 5 gols. Jorge Mendonça abriu o placar no primeiro tempo; o Botafogo não abriu nenhuma vantagem no outro jogo e o gol de André Catimba definiu o empate que nos serviu para avançar em segundo lugar.

Nas quartas-de-final o adversário foi o Bahia e o Verdão embalou, com Toninho desembestado a fazer gols. No jogo de ida, 2 a 1 - o catarinense fez os dois gols e Beijoca descontou para o time baiano. Na volta, Toninho fez mais um e o Verdão controlou o jogo após o empate de Douglas. Estávamos na semifinal.

O Verdão mandou o jogo da ida no Morumbi e Toninho mais uma vez decidiu, marcando os dois gols que nos deram uma boa vantagem para o jogo em Porto Alegre. No Beira-Rio, Chico Spina abriu o placar e deu esperança aos gaúchos, mas num contra-ataque em que Silvio deitou no lateral Vanderlei Luxemburgo, Jorge Mendonça empatou e selou a classificação do Verdão para as finais.

O Guarani, adversário na última fase, era um time muito bem acertado por Carlos Alberto Silva. Com uma defesa encaixada, o time tinha no meio de campo a experiência de Zé Carlos na proteção e Renato e Zenon ditando o ritmo para os atacantes, que tinham em seu maior destaque o centroavante Careca, de apenas 18 anos, que estava estourando de fazer gols.

O primeiro jogo no Morumbi estava muito equilibrado até que, no segundo tempo, Careca catimbou uma reposição de bola de Leão, que o afastou com o braço como acontece corriqueiramente em milhares de lances. Mas Arnaldo Cezar Coelho decidiu que era lance para pênalti e expulsão de nosso goleiro. Um roubo histórico.

Sem substituições para fazer, o Palmeiras precisou improvisar, e Escurinho foi para o gol. Zenon converteu a cobrança e o Guarani levou a vantagem de poder perder por até um gol na partida decisiva no Brinco de Ouro.

O Verdão foi valente e pressionou o Guarani em seus domínios. A disputa ainda estava aberta até que Beto Fuscão cometeu um erro, quando tinha a bola dominada, e ela sobrou para Careca abrir o placar, no final do primeiro tempo. Da forma como saiu, o gol abateu nossos jogadores, que não tiveram ânimo para reagir diante do forte time campineiro, que acabou com o título.