Morumbi
BRASIL > SP > São PauloTítulos: Torneio Roberto Gomes Pedroza 1969, Campeonatos Paulistas de 1974 e 1993, Campeonatos Brasileiros de 1972, 1973 e 1993, Copa do Brasil 1998 e Torneio Rio-São Paulo 2000.
Terceiro estádio onde o Palmeiras mais atuou, o estádio Cícero Pompeu de Toledo, de propriedade do SPFC, foi palco daquela que, para muitos, é a maior conquista da História do Palmeiras: o Paulistão de 1993. Também foi nesse estádio, no mesmo gol, que São Marcos fez a maior defesa da História da Humanidade, ao defender o pênalti que classificou o Palmeiras para a final da Libertadores de 2000.
Foram inúmeros clássicos dividindo o estádio em dois, precedidos pela tradicionalíssima "guerra" das cordas, que conquistavam os territórios neutros da arquibancada à medida que as torcidas iam chegando ao estádio, antes do jogo começar. Tempos maravilhosos que não voltam mais.
Durante anos Palmeiras e SCCP alugaram o Morumbi para ter "mais renda" em seus jogos. Quem adorava isso era seu proprietário, que viveu tempos gloriosos graças ao dinheiro proporcionado pelas duas torcidas rivais. Em 2008, os dois clubes deixaram de proporcionar essa receita ao SPFC e passaram a usar mais o Pacaembu, depois seus novos estádios. Coincidentemente, o dono do Morumbi entrou em franca decadência a partir desse ano.
Resumo das partidas
| J | V | E | D | Gols | % |
| 360 | 122 | 118 | 120 | 455 | 44,8% |
| Data | Jogo | Campeonato | |
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17/06/1979
17/06
1979 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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27/05/1979
27/05
1979 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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20/05/1979
20/05
1979 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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09/05/1979
09/05
1979 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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01/04/1979
01/04
1979 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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25/03/1979
25/03
1979 |
Libertadores da América 1979 | ||
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04/03/1979
04/03
1979 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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18/02/1979
18/02
1979 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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12/11/1978
12/11
1978 |
Campeonato Paulista 1978 | ||
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15/10/1978
15/10
1978 |
Campeonato Paulista 1978 |

O Campeonato Paulista de 1978 foi disputado por 20 clubes entre agosto de 1978 e junho de 1979, sendo a edição mais longa da História. Para chegar ao título, os clubes deveriam disputar as semifinais e finais. O caminho às semifinais era ficar entre os dois primeiros de um dos grupos de cinco clubes do Terceiro Turno.
Para chegar ao Terceiro Turno, havia vários caminhos. As dez vagas foram distribuídas para o campeão do Primeiro Turno, Campeão do Segundo Turno, quatro melhores classificados na soma dos dois primeiros turnos fora os campeões, dois classificados no "Torneio Incentivo" (minitorneio só com clubes do interior), melhor ataque dentre os não classificados e melhor renda entre os não classificados. Você leu certo.
Nos dois primeiros turnos, os times jogavam entre si em 19 rodadas, mas para efeito de classificação eram divididos em quatro grupos de cinco, avançando os dois primeiros de cada para o mata-mata de turno.
O Palmeiras passou em primeiro lugar em seu grupo no Primeiro Turno, e nas quartas-de-final acabou eliminado num Derby. O jogo memorável deste trecho foi um 5 a 3 na Portuguesa, no Pacaembu.

Já chegando no mês de novembro, o Segundo Turno teve início e o Verdão seguia fazendo uma campanha irregular. Após a sexta rodada o campeonato foi interrompido para as férias, sendo retomado no final de janeiro de 1979.
O Verdão disputou o Segundo Turno dividindo as atenções com a Libertadores de 79 e não conseguiu sequer se classificar para os mata-matas do turno, mas tinha pontos suficientes para avançar ao Terceiro Turno pelo índice técnico. Telê Santana assumiu o time no lugar de Filpo Nuñez no meio da disputa e tentava impor seu estilo ao time.
No Terceiro Turno, enfim, o time encontrou seu melhor futebol e foi o líder de seu grupo, conquistando 14 de 18 pontos possíveis. Jorge Mendonça fez dois gols de falta no Derby e comandou a arrancada às finais.
A semifinal contra o SPFC teve 112 mil pessoas no Morumbi. O Palmeiras precisava empatar em 120 minutos para avançar, e conseguia o resultado até os 12 minutos do segundo tempo da prorrogação, quando Serginho acertou uma cabeçada da marca do pênalti que venceu Gilmar, eliminando o Verdão e fazendo o SPFC avançar às finais, quando perderia para o Santos.





